Maho Bay – St, John, U.S. Virgin Islands
Características Gerais:
As Eco-Tendas e os estúdios Concordia estão localizados em propriedades adjacentes às Ilhas Virgens de St. John, a cerca de 25 minutos de Maho Bay. As vistas deslumbrantes do Caribe são comuns a todas as habitações.
Localizado no sudeste de St. John, essas estruturas de alta tecnologia providenciam aos clientes conforto para o corpo para a alma. O rótulo de "barracas" é semelhante às Casas-tenda da Maho Bay Camps. Estas oferecem mais conforto e conveniências, como casas de banho, chuveiros, energia solar e cozinha mais elaborada em cada unidade, das quais 5 oferecem acesso para cadeira de rodas.
Existe uma escola de mergulho e snorkeling, a Maho Bay’s Water Sports Center, onde se podem também fazer outras actividades aquáticas. Durante a época alta está aberto o Cafe Concordia que proporciona uma atmosfera informal para as refeições.
O campo Maho Bay foi um dos primeiros resorts a fornecer um lugar onde os viajantes consciencializados para as questões ambientais podem desfrutar de umas férias confortáveis livres do consumo conspícuo e perto da natureza.
Informação Ambiental:
Á chegada, cada hóspede é informado sobre o programa de reciclagem do local e incentivados a separar o lixo para reciclagem. Caixotes do lixo azuis estão localizados por todo o acampamento. São reciclados 100% do total de latas de alumínio, vidro e garrafas de plástico. Embora não exista possibilidade de reciclar alguns resíduos comuns nas Ilhas Virgens, têm sido desenvolvidas soluções inovadoras para reduzir e reutilizar esses materiais.
A água doce é o bem mais precioso em ilhas como St. John, que não têm lagos, aquíferos ou abastecimento de água de superfície permanente. É prestada especial atenção a esta questão. O consumo médio de água por hóspede / dia é de 25 litros, enquanto a maioria dos resorts utilizar até 300 litros por pessoa / dia.
Neste lodge, é feito todo o esforço para aumentar o abastecimento de água através da recolha de água da chuva em cisternas, conservando, tanto quanto possível. Sendo posteriormente tratada e utilizada para irrigação.
A captação da água da chuva é feita em quase todos os prédios deste “ecolodge”, que recolhe cerca de 345.000 litros de água por ano. Este abastecimento de água é usado para a lavandaria, instalações domésticas e balneários. Durante os períodos de chuvas, toda a água para as nossas casas de banho pode purificada, filtrada de águas pluviais.
Aquecimento de água com energia solar permite minimizar o consumo de energia. Em ambientes tropicais, a água quente raramente é necessária. Aqui as pessoas tomam duches de água temperada pelo sol, o que permite poupar enormes quantidades de energia.
As máquinas de lavar usam uma quantidade mínima de água, assim como de energia. O detergente usado é 100% biodegradável.Dado que a lavagem da roupa é feita sem o uso de produtos químicos, a água resultante da lavagem torna-se uma fonte de água viável para uso secundário. Em todas as tendas, as folhas velhas e toalhas são cortadas em tiras para uso como panos de limpeza. Isto não só aumenta a vida útil desses itens além proporcionarem um excelente material de limpeza e elimina-se assim o uso de toalhas de papel para limpeza.
Torneiras e chuveiros de acção mola evitam desperdícios. Autoclismos de baixa descarga podem poupar até 3 litros por ytilização. Com a utilização de urinóis sem água e livres de cheiro economizam-se 12.000 a 15.000 litros. São salvos 2.000 litros de água por dia. Em Maho Bay Camps, é pedido aos convidados para tomarem banho só durante certas horas do dia para distribuir a água disponivel.
No extremo sudeste de St. John, as Eco-Barracas são equipadas com casas de banho de compostagem inodoro que minimizam o uso da água e impacto sobre o meio ambiente e maximizam a sua conservação.
Vidro, incluindo garrafas, é recolhido em caixas por todo o acampamento. Eles são classificados, triturados e misturados para uso em aplicações não-estruturais.
Alguns vidros são selecionados, lavados, triturados e enviados para uma estação especial onde são criadas peças artísticas de alta qualidade em vidro.
Artistas convidados demonstram técnicas de sopro de vidro e fundição para ensinar aos hóspedes e funcionários as competências básicas da arte. Isto tornou-se um dos eventos mais populares e incentivou a explorar outras formas de transformar lixo em tesouros. Maho Bay Camps é o único resort em que se sabe que existe uma instalação destinada a re-fabricação de vidro de garrafas recicladas.
As latas de alumínio são recolhidas e transportadas de barco para St. Thomas, onde são compactadas e enviadas de volta aos Estados Unidos para uma fundição de alumínio para ser derretido e transformado em novos produtos.
A luz solar abundante em St, John faz da energia solar uma escolha eficiente e responsável, apesar da electricidade da rede estar disponível como um backup. Alta eficiência de painéis fotovoltaicos em telhados fornecem energia para iluminação, eletrodomésticos e outros equipamentos. Com a construção de 25 Eco-barracas Concordia foi possivel criar um espaço vivo, totalmente apoiada por tecnologias renováveis. A energia solar é recolhida através de células fotovoltaicas para energizar um frigirífico, ventiladores, bomba de água e luz elétrica. A cisterna, aquecedor solar de água quente e um WC de compostagem adiciona conveniência à casa de banho sem impacto ambiental. E a super-estrutura do telhado mantém temperaturas muito frias sob o tecido do que na superfície, e fornece uma superfície perfeita para colecta de água.
O campo Maho Bay atraíu elogios de organizações ambientais pela sua utilização criativa e consistente do meio ambiente e materiais de construção "verdes". Itens tão diversos como sacos de lixo, carros velhos, garrafas de ketchup e lâmpadas foram reciclados e transformados para serem utilizados como componentes do Maho Bay Resort. “Muitos dos edifícios vêm de lixo." Além disso, muitos dos itens de mobiliário na loja, os escritórios administrativos e as tenda-cabines individuais foram construídos a partir de materiais reciclados ou reutilizados que teriam acabado num aterro sanitário.
Vertigem Azul, Turismo de Natureza, lda. – Empresa licenciada pelo ICNB
O desenvolvimento sustentável, equilibrado, é vital para a manutenção dos ecossistemas nas melhores condições. A existência de actividades turísticas em zonas de elevada sensibilidade ecológica faz com que seja obrigatório cumprir boas práticas ambientais.
A Vertigem Azul realiza as suas actividades entre três áreas protegidas: RNES, Reserva Natural do Estuário do Sado, PNA, Parque Natural da Arrábida e PMLS, Parque Marinho Professor Luiz Saldanha. Definimos por isso, como regra, que o uso do potencial turístico deverá estar estritamente ligado à preservação e valorização das qualidades ambientais. A preservação da população de golfinhos e do seu ecossistema é para nós prioritário.
É por isso fundamental transmitir ao público em geral e a todos os que nos visitam informação acerca da população de golfinhos que habita o estuário do Sado, bem como sugerir o cumprimento de regras e de boas práticas ambientais.
Cooperamos com entidades competentes na defesa dos valores ambientais e na implementação de medidas de gestão e de conservação dos mesmos.
Apostamos na qualificação dos nossos colaboradores, através de acções de formação e através da partilha do conhecimento adquirido pelo acompanhamento dos golfinhos nos últimos anos.
Cumprimos os nossos deveres legais. Dispomos das licenças de observação de cetáceos e licenças de animação ambiental.
Desenvolvemos um turismo responsável e apostamos na divulgação conjunta do património natural e cultural local.
Código de Conduta na observação de Golfinhos
• Evitar mudanças bruscas de velocidade, direcção e sentido que podem confundir os golfinhos;
• Manter um rumo paralelo e pela retaguarda dos golfinhos, de modo a que estes tenham um campo livre de 180º à sua frente;
• Posicionar a embarcação num sector de 60º à retaguarda dos golfinhos;
• Não exceder a velocidade de deslocação dos animais; sempre que possível desengrenar ou desligar o motor da embarcação;
• Evitar ruídos na proximidade dos golfinhos que os perturbem ou atraiam;
• É proibida a aproximação activa a menos de 30 metros dos roazes; os golfinhos são naturalmente curiosos, devemos deixar que sejam eles a aproximarem-se de nós;
• É proibida a permanência de mais de três embarcações num raio de 100 m em redor dos golfinhos;
• É proibida a observação para além de 30 minutos;
• É proibido a utilização de jet-skis, motas de água e veículos afins para a observação dos golfinhos. Estas embarcações proporcionam maiores riscos, as alterações bruscas de velocidade e rumo tornam-nas imprevisíveis para os golfinhos;
• É proibido perseguir os roazes, provocar a separação dos elementos do grupo, especialmente o isolamento de crias;
• É proibido alimentar, tocar e nadar com os golfinhos – eles são animais selvagens;
• Não persistir na observação sempre que se observe algum sinal indicador de perturbação por parte dos animais:
- alteração marcada da direcção e da velocidade do movimento inicial dos golfinhos;
- repetido afastamento das embarcações;
- prolongamento do tempo de mergulho após a aproximação da embarcação;
- batimentos repetidos da barbatana caudal na superfície da água;
movimentos dos adultos para afastarem as crias ou para se interporem entre elas e as embarcações.
São estritamente proibidos: a perturbação, captura, detenção, abate e comercialização desta espécie, bem como a deterioração ou destruição do seu habitat.
Os roazes são animais protegidos por leis nacionais e internacionais. O desrespeito pelos golfinhos e pelas leis que os protegem é passível de punição, e está sujeito à aplicação de coimas e contra-ordenações.
Se encontrar um animal ferido, aparentemente debilitado, ou morto, ou se presenciar algum acto ilícito, deverá comunicar de imediato às autoridades marítimas (Polícia Marítima – Reserva Natural do Estuário do Sado) ou às seguintes entidades Vertigem Azul, Rede Abrigos, Projecto Delfim.
O bem-estar e a conservação destes animais dependem de todos!
Bruno Alves
AT III
4070289
2009 / 2010
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